Os cinco melhores discos gringos que o Diego Maxx ouviu em 2010

por - 15:00

Diego Max é dono do blog "seja independente ou morra" e grande parceiro nessa empreitada de utilizar deste mecanismo (o blog) como uma ferramenta de compartilhamento de informações e disseminação de música independente em geral. Após nosso convite, ele topou fazer um top5 discos gringos que ele achou interessante em 2010 e aí está a lista, aproveitem:



Poderia ser o Michael Lyndon a ser convidado pra fazer um top 5 de discos internacionais e colocar as trilhas sonoras de nossas vidas sob uma visão particular, dissertando sob ascendência e a queda das tendências musicas de 2010, poderiamos chamar Robert Dimery pra editar esse texto confeccionado no bloco de notas por esse garoto se passando por um "entendedor de música" e mesmo assim criticos maiores por de traz das telas de seus computadores no alto de suas confortaveis cadeiras questionariam tal feio, tal texto ou tal seleção sincera. Mas o que é mais engraçado e curioso que os mesmos bebem e se afogam dessas seleções de sites e blogs que hoje, poderiamos colocar como pequenas e megastores virtuais, grandes disseminadores de informação. Por fim nos esforçamos o suficiente pra nos mantermos informados do que se torna recorrente, o que nos devia atenção para tudo que se pode chamar de inutilidades interessantes.







Gil Scott - Heron, “I’m New Here” : Entre o ritmo e a poesia sem ser televisionada. Mestre Heron sintetizou tudo isso quando começou, vem propagando essa (r)evolução até os dias de hoje, “I’m New Here” vai dizer.

Bonobo – Black Sands: Simon Green é um gênio e um gigante em termos de composição arranjos e elegância, sabe exatamente o equilibrio da combinação entre o sample e os intrumentos organicos

Omar Rodriguez Lopez – Cizaña De Los Amores : impossivel ter algum trabalho do Omar fora de qualquer lista, fiquei entre esse o que tem parceria de john frusciante como os mais festejados discos que Omar já produziu.

Chicago Underground – Boca Negra: Se Nova Orleans engendrou o jazz, Chicago foi sua incubadora, depositários de uma arte incipiente que o duo nesse disco explana muito bem

Blundetto – Bad Bad Things: imprimiu o que chamo de música de altissima qualidade pra ser apreciada com toda atenção. O Homem se embreagou de todo soul/jazz/reggae/dub que poderia.

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1 comentários

  1. informalinformacoes31 de dezembro de 2010 13:26

    >sem palavras seus alucinados por música. que venha 2011 pra todos nós. to muito feliz de dividir espaços entre esses gigantes. O ano não poderia acabar melhor. tamu junto sempre.

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