Os cinco melhores discos nacionais que o Jarmeson de Lima ouviu em 2010...

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Bom, seguindo com as listas dos brodagis, visando sempre deixar claro que o Brasil é gigante e as pessoas tem ideias e gostos completamente diferentes entre si, segue mais uma lista externa ao blog. Jarmeson de Lima é jornalista, radialista (diariamente na Universitária FM, Recife) e um dos integrantes do Coquetel Molotov (grupo de agitadores e produtores culturais da cidade do Recife, onde realizam anualmente o Festival No Ar Coquetel Molotov, entre outros shows e eventos culturais espalhados pelo país). Vamos ao que ele sugeriu como relevante...

Ao longo deste ano, comandando agora um programa de rádio diário, tive que ficar ainda mais ligado no que estava saindo por aí. E de tanto ouvir tanta coisa, o que realmente fixou e que me acompanhou durante o ano foram as músicas de duas cantoras, duas bandas e de um cantor. Em comum entre eles apenas o fato de serem discos de estreantes, ou quase. 


Dead Lovers Twisted Heart - DLTH: Esta banda mineira em seu disco de estreia mostra nos dois lados de seu vinil as suas facetas mais roqueiras e mais folk. Pra dançar e pra cantar junto facilmente.

Destaques: "Shake you hips", "Where I am" e "The devil inside a woman"

Apanhador Só - Apanhador Só: Outra banda que me pegou de jeito neste ano com suas canções ora introspectivas e densas, ora mais leves, mas igualmente criativas e divertidas.

Destaques: "Nescafé", "Um rei e um zé" e "Prédio"

Karina Buhr - Eu menti pra você: A versatilidade de Karina neste disco conquista a gente em momentos diferentes. Desde canções mais sutis a "manifestos" diretos como "Ciranda do Incentivo".

Destaques: "Nassiria e Najahf", "Avião Aeroporto" e "Plástico bolha"

Marcelo Jeneci - Feito pra acabar: Minha grata surpresa do ano foi o disco de Marcelo Jeneci. Já tinha ouvido falar (muito) bem dele como instrumentista e compositor e o disco felizmente confirma tudo isso. Obrigatório!

Destaques: "Copo d'água", "Café com leite de rosas" e "Quarto de dormir"

Bárbara Eugênia - Journal de BAD: Com uma bela voz, sutilezas em versos e um tom autobiográfico nas letras, Bárbara também conseguiu me cativar ao longo do ano. E ainda com timbres e aquela colaboração de parte do Cidadão Instigado, o disco dela tinha que ser o melhor do ano.

Destaques: "A chave", "O oposto do osso" e "Ficar assim"

 

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