Gravações Essenciais: Top Free jazz Albuns de acordo com Thurston Moore (Sonic Youth) pra download

por - 11:22

Essa lista, publicada originalmente em 1995 na brilhante, mas extinta, Grand Royal Magazine (editada pelos caras do beast boys), tem circulado por anos pela net. É sempre curioso ver que tipo de som interessa a um músico como Moore. Sua lista obedeceu a um critério interessante: escolheu apenas álbuns que considerou underground (pequenos selos, tímida distribuição), ficando de fora medalhões como Albert Ayler, Coltrane e Ornette Coleman. Muitos dos discos listados por Moore nunca foram lançados em CD e outros tiveram pequenas prensagens, difíceis de serem encontradas hoje. O mais impressionante é ver o entusiasmo do Moore ao descrever essas raridades do som torto. Resolvemos então traduzir (muito obrigado ao Welker, amigo do Paulo que traduziu praticamente tudo) e linkar o download dos 10 discos essenciais do Free jazz na opinião do músico, adianto que é tudo muito ácido, aprecie com moderação...




1. DAVE BURRELL - Echo (BYG 529.320/Atual Volume 20)
No outono de 1969, o Free Jazz foi alcançando uma espécie de alto nível no underground. Dentro da indústria, era controverso. Clássicos Tradicionalistas (os tocadores de Bebop (estilo dentro do jazz) inclusos) ficaram indignados por homens trajando dashikis (vestimenta colorida típica do movimento hippie e muito usada na África) e sandálias pulando no palco e apenas soprando (expondo) suas tripas para fora criando uma cadeia (sequência) gritante de atitudes (ações) e gestos. A maioria dos músicos envolvidos nessa anarquia gritante começou sem reservas para ir alem de um set fora de um loft em Nova Iorque. Os amantes franceses do avante-garde abraçaram inteiramente essa cena Afro-americana. Esta gravação do Dave Burrel é uma entre várias de uma série de LPs com designer consistente. A BYG liberou documentos do free jazz clássico de Archie Shepp (na seu estado mais selvagem), Clifford Thornton, Art Ensemble of Chicago, Grachan Moncur III, Sunny Murray, Alan Silva, Arthur Jones, Dewey Redman e varios outros. Muitos destes nomes estão presentes nesta gravação onde ainda no primeiro groove soa como uma onda acústica de maré explodindo cacos de dinamite. Se você puder localizar Alan Silva "Lunar Surface" LP (BYG 529.312/Atual vol. 12) você vai encontrar um mundo, mesmo que muito mais fora da realidade.




2. MILFORD GRAVES & DON PULLEN - Nommo (S.R.P. LP-290)

Milford pode ser um dos jogadores mais importantes do Free Jazz underground. Ele reforça o senso de comunidade como um expoente principal da sua música livre improvisada. Seu drum kit (set de instrumentos percussivos) é feito em casa e ele raramente realizava performances fora do seu bairro. Quando ele executava seus shows, ele tocava seu kit percussivo como nenhum outro. Selvageria, tapas, batidas, enlouquecimentos tribais entrecortados pelo silêncio, serenidade e meditação iluminada. Este LP foi produzido pelos artistas em 1967 e é gravado ao vivo na Universidade de Yale. A interação entre Milford e Don (piano) é notável e muito livre. Há um segundo volume, que também é raro como dente de galinha.







Artur é um cara estranho. Nem todo mundo sabe de onde ele é (Alabama é um bom palpite). Ele morou em Nova York nos anos setenta e aparecia em lofts soltando incríveis post-Aylerisms. Música mística que pegava o ar dos fantasmas e espíritos através dos espelhos do corredor (!). Ele se juntou com o guitarrista de noise/action Rudolph Grey que estava fazendo a corrente cena No-Wave e com Beaver Harris (baterista). Eles tocaram juntos para esquisitões da arte que aparentemente não manjavam nada, deixavam rolar, explodindo os cérebros. Arthur lançou essa obra prima lo-fi e é uma espiral de choro, liberdade e fúria. AKBA Records lançou inúmeros clássicos de sessões de loft-jazz da Cidade de Nova York, sendo do notável chefe Charles Tyler, um gritante saxofonista tenor que tocou com Rudolph no fim dos anos setenta, começo dos anos oitenta. Arthur continuou a tocar, dar aulas, etc. em Binghamton, N.Y. e recentemente em 93, lançou o disco "More Alabama Feeling" no seu selo, Ecstatic Peace (disponível em Forced Exposure/POB9102/Waltham, MA 02254)



Sonny foi considerado o primeiro baterista a perceber, reconhecer e tocar na bateria o puro FREE jazz. Ele tocou para e com Ayler e Cecil Taylor. Ele montou grupos que sempre fugiam e enfureciam com o abandono a espiritualidade. Ele levou tempo como um abstracionista e se tornou um free motion. Essa gravação é super lo-fi e é demais. Nela tocam Ayler (saxofone tenor) e Don Cherry (trompete) além de Leroi Jones (agora conhecido como Amiri Baraka) lendo um poema matador chamado "Black Art". Essa música é muito Ayler, mas é mais fraturada e ímpar. Assim como muitos destes discos, só faziam a arte da frente e deixavam a parte traseira branca. Não se sabe se isso era recurso artístico ou só falta de grana. A Jihad era um interesse de Leroi Jones e tudo lançado neste selo era completamente obscuro. O único título que eu vi era um chamado "Black And Beautiful" do meio dos anos sessenta, que Leroi e amigos sentavam nas escadarias do Harlem, cantando, fazendo batucadas e recitando os "poemas" de Leroi ("The White Man/at best/is.. corny!"[o homem branco/em seu melhor/é.. antiquado]). Tinha um adicional para Jihad em um artigo da revista Jazz & Pop que anunciava um LP do Don Ayler (o espetacular irmão trompetista do Albert), mas não conheço ninguém que tenha visto ele. "Sonny's Time Now" foi relançado alguns anos depois no Japão (DIW-250002) em CD e LP (com um 7" de duas faixas extras!) mas aí é impossível de encontrar. Gravado em 1965.

5. THE RIC COLBECK QUARTET – The Sun Is Coming Up (Fontana 6383 001)

Lançado no Reino Unido somente em 1970. Ric era um cara branco que foi pros EUA pra fazer um free e-motion com uns caras de New York. Ele era muito conhecido por seu espetacular desempenho no primeiro EP do grande Noah Howard (ESP 1031). As 1000 séries da ESP é criticamente e crucialmente importante pra qualquer um que queira explorar essa era do Free Jazz, com participações de Ayler, Ornette, Sonny Simmons, Sun Ra, Henry Grimes, Steve Lacy, Sunny Murray, Marzette Watts, Patty Waters, etc. Não incluo nenhum desses nesta lista porque todos são disponíveis em CD hoje (da Forced Exposure, endereço abaixo). A foto do Ric no LP do Noah Howard mostra um homem com óculos escuros de corredor e um corte de cabelo "legal" tocando seu instrumento enquanto um cigarrinho queima entre os dedos. Um cara muito legal. E muito FREE. A única gravação solo dele está no LP do Fontana, que ele gravou enquanto cruzava a Europa. Ele tocou com o baterista sul africano Selwyn Lissack (sabe se lá como) e com o o famoso avant-altoist do Reino Unido, Mike Osborne e com o baixista J.F. 'Jenny' Clark (estudante dos compositores do século 20º, Lucian Berio e Karlheinz Stockhausen) pra criar essa excepcional e complexa obra prima.



Tchicai é um Dinamarques/Congolês saxofonista tenor que, no início dos anos 60, começou a tocar e explodir mentes por todo o território dos Países Baixos com seu radical "music for the future [música para o futuro]". Archie Shepp o encorajou a ir à cidade de Nova York e se juntar aos semelhantes da avant-garde. Tchicai veio e chutou as bundas de todo mundo. Leroi Jones gritou o nome dele e Tchicai se juntou com Shepp e Don Cherry para o New York Contemporary Five e mais tarde para uma reunião ainda mais pesada com Milford Graves e Rosewell Rudd chamado New York Art Quartet. O NYAQ gravou uma das mais cruciais sessões para a ESP-Disk (ESP1004) que contava com Leroi recitando seu notório "Black Dada Nihilismus" (disponível em CD pela Forced Exposure). Afrodisiaca foi lançada na Alemanha (e em outros re-lançamentos... como suposto) e é Tchicai que se juntou com 25 outros músicos europeus tocando um furacão de coisas com o trompetista/compositor Hugh Steinmetz. Essa música vai muito muito além e tem a real habilidade de te levar até "lá". O efeito de eco em umas horas é impróprio, de uma maneira bem analógica. E do jeito que a parada entra numa distorção suja no fim do lado um (todos os 25 caras INDO NELA!) é lindo, cara, LINDO!


7. RASHIED ALI and FRANK LOWE – Duo Exchange (Survival SR101)



Frank Lowe tem estudado, tocado e desenvolvido consistentemente um estilo de tocar saxofone tenor por umas décadas agora. Hoje em dia ele tem tocado com numa turnê com Lester Young, que pode ser ouvida majestosamente na gravação da Ecstatic Peace (E#19... da Forced Exp.) no início dos anos setenta, mas ele era um pedaço de madeira em chamas que distribuía lava quente de loft em loft. Ele tocou com Alice Coltrane em algumas de suas sessões. Rashied Ali era um “free-mas-disciplinado” baterista que Coltrane listou para tocar com Elvin Jones e Pharaoh Sanders (e com Alice) em suas sessões que eram de dobrar-mente, quase espaciais (dêem uma conferida no CD dueto Coltrane/Ali). Elvin desistiu do grupo porque Rashied era muito hardcore. Aquela sim foi uma época fodida. E Rashied teve seu próprio bar no centro da cidade de Nova York, chamado ALi's Alley! O Duo Exchange é Rashied e Frank indo completamente lá e queimando notas e acordes onde conseguirem achar. Totalmente insano. A Survival era o selo de Rashied que tinha muita coisa crucial, majoritariamente, de seu quarteto/quinteto e uma sessão duo com o violinista LeRoy Jenkins.


8. THE PETER BROTZMANN SEXTET/QUARTET - Nipples (Calig - CAL30604)


A influência da era free-jazz de Coltrane, Ayler, ESP-Disk, Shepp, etc., em bebidas fortes e roer unhas por parte dos europeus é formidável. Esses caras não se importavam muito em tocar "jazz" rasgando a coragem com muita energia, BARULHO DE EMPILHAR CÉREBROS. Brotzmann (saxofonista, Alemanha), Evan Parker (sax, Reino Unido), Derek Bailey (guitarra, Reino Unido) e Han Bennink (bateria, Holanda) são os pontas de lança da cena de free-jazz europeu e apareceram neste documento. A capa preto e branco tinha um cartão postal em formato de acordeon com imagens pessoais dos músicos coladas e grampeadas pela frente. Brotzmann foi mais longe na documentação crítica da cena free-jazz européia com o FMP (Free Music Production) gravações que existem até hoje. Há mais de 100 lançamentos deste selo de puro improviso e todos eles oferecem momentos marcantes. Derek Bailey foi criar seu próprio selo, o Incus Records, no Reino Unido, que ainda existe. Assim como Han Bennink que é associado da I.C.P.(Instant Composers Pool) Records. O mais destruidor de mentes dessas gravações pode ser Machine Gun (FMP 24 CD disponível na North Country Distr./Cadence Bldg./Redwood, NY 13679), onde Brotzmann lidera um octeto de uma esmagadora terra mágica de noise. Improvisação e música clássica western são seriamente direcionadas a ser uma grande comunidade europeia e isso tudo é bem fascinante. Deem uma checada nos trabalhos de Alexander von Schlippenbach, Barry Guy & The London Jazz Composers Orchestra, Misha Mengleberg, Peter Kowald, Andre Jaume, Andrea Centazzo, Lol Coxhill e qualquer um que tenha tocado com eles.

9. THE MARZETTE WATTS ENSEMBLE - (Savoy MG-12193)

Marzette era um artista negro que morava no centro de Nova York quando free jazz era uma NOVA revolução cultural a todo vapor. Ele pintou e compôs coisas maravilhosas onde os lugares mais legais saboreavam deles. Uma das mais pesadas gravações da ESP-disk é Marzette's Marzette and Company (em CD na Forced Exposure) que tinha os incríveis talentos do saxofonista Byard Lancaster (que lançou o clássico free-jazz em preto e branco chamado Live At MCalistter College - encontrem e mandem ele pra mim...) e o guitarrista Sonny Sharrock (confiram sua influência selvagem em Tauhid Impulse, de Pharaoh Sanders, e sua guitarra genial obscura em Black Woman, em Vortex) e o cornetista Clifford Thornton (“professor" acadêmico de New Music/Free Jazz que lançou alguns lados cruciais como Communications Network, pela Third World e The Panther and the Lash, pela America) e a espetacular vocalista free jazz Patty Waters (que gravou dois vinis de fazer crescer cabelo onde não dá, pela ESP-disk). Esta gravação, pela Savoy foi uma de uma série produzidas por Bill Dixon, um antigo associado de Archie Shepp, que foi um incrível compositor em seu direito. Eu ouvi tapes de orquestras de free jazz lideradas do Dixon em paraísos sônicos e sinfônicos. Muito hardcore.

Essa gravação que eu ouvi por causa das várias referências carregadas porém, também é muito corrente com Marzette, Dixon (especialmente Intents and Purposes, pela RCA Victor), Byard (cuidado, tem alguns erros) e Clifford valem muito a pena.

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Cinco opções pro final? Bem considerando que não há um "início" e nem um "fim" pra essa merda, eu tenho que listar quantos itens eu conseguir só pra reiterar o fato de que existiu (existiu mesmo) uma tonelada de evidencias artefatuais groovy para comprovar a real existência da Free Music. Entendeu? Existem lojas de discos usados por todo país (todo o nundo!) e eles tem potencial para esconder algumas dessas raridades por entre as caixas, olhadinhas nem sempre dão certeza e as vezes você pode encontrá-los em preço muito barato. E definitivamente é coisa de ficar olhando mesmo de loja em loja até achar.


10. MARION BROWN – In Sommerhausen (Calig 30 605)


Marion Brown toca saxofone alto e fez um LP incrível com Tony Oxley e Maarten Altena chamado "Porto Novo", que só gira e queima do início ao fim. Marion podia sair fora assim como tocar tudo certinho. Shepp também o chamou pra fazer um dos maiores LPs pela Impulse. Ele teve um septeto que a um ponto foi muito marcado, com participações de Beaver Harris (bateria), Dave Burrell (piano), Grachan Moncur III (OSSOS) e Alan Shorter (trompete). Alan era irmão de Wayne Shorter (sideman* de Miles Davis). Onde Wayne era bem contemporâneo (ou eclético feito a porra) ALan era estritamente desconfortável e tinha dois LPs que valem ser caçados: Orgasm (Verve V6 8768) e "Tes Estat" (America AM 6118). "In Sommerhausen" era Marion no início dos anos sessenta explorando a moda e é um tanto esquisito com os vocal gritados de Jeanne Lee. Tem outro LP desse período chamado "Gesprachsfeztzen" (Calig CAL 30601) que é quente pacas.

BLACK ARTISTS GROUP – In Paris, Aries 1973 (BAG 324 000)

The Black Artists Group era uma unidade tipo a The Art Ensemble of Chicago. Exceto por eles terem documentado apenas uma gravação e que só saiu na França, num selo com um nome em homenagem a banda. É uma parada limpinha, magra e bem ABERTA e uma boa indicação de o que estava acontecendo no início dos anos setenta com Oliver Lake (mais tarde no famoso World Saxofone Quartet) e Joseph Bowie (irmão de Lester Bowie, do Art Ensemble e que mais tarde começou o Defunkt)

FRANK WRIGHT QUARTET – Uhuru Na Umoja (America 30 AM 6104)

O saxofonista tenor Frank Wright pode ser (posterior ao reino de Charles Gayle) o herdeiro aparente de Trane e Ayler. Infelizmente ele teve um infarto enquanto tocava com sua banda. Todas as suas gravações valem muito a pena, especialmente sua BYG "One For John" (529.336/Actuel Vol.36), suas duas sessões da ESP (em CD pela Forced Exposure) e sua série Center-of-the-World com Alan Silva (baixo) e Muhammed Ali (bateria - Estamos falando do irmão de Rashied, não do pugilista) pelo selo francês Sun. Esse LP "Uhuru..." é matador com o grande Noah Howard (saxofone alto), Bobby Few (pianista da Steve Lace) e Art Taylor (baterista da velha guarda do free) indo EXATAMENTE LÁ em fantasias paralisantes.




Free Jazz é claro, fez grande impressão no mais existencial-sensitivo do Japão. Uns verdadeiros mestres apareceram na cena japonesa e foram influencia para alguns dos mais renomados artistas do noise de hoje (Boredoms, Haino Keiji). Um japa dos bons é o saxofonista alto Dr. Umezu que já tocou com a turminha dos lofts em New York em mais de uma ocasião. Nesse release totalmente obscuro, underground ele mostrou um belo trabalho com William Parker (baixo), Ahmed Abdullah (trompete) e Rashid Shinan (bateria). Parker é possivelmente um dos mais importantes músicos do Free que tocam em New York. Ele tem seu próprio jeito de compor/tocar, assim como nas gigs com qualquer um de Cecil Taylor a Charles Gayle. Ele gravou um LP solo nos anos setenta chamado "Through Acceptance of the Mystery Peace" (Centering Records 1001) que é, como você pode adivinhar, "bom".
Sem sorte para achar esse...

CECIL TAYLOR – Indent, part 2 (Unit Core 30555)

Eu suponho que devemos agitar as coisas com o rei da Free Music de todos os tempos. Cecil Taylor. Cecil começou experimentando o som, novos conceitos de "swing", abrindo ritmos e dinâmicas de quarto bem cedo. Ele levou sua aventura mais longe com estudos em conservatório e aplicando uma técnica de mestre em suas rápidas, furiosas e extremamente sensíveis AÇÕES pianísticas. Hoje ele é quase um xamã em seus transplantes noise místicos. Ele odeia gravar com empresários depois de anos de discórdia e desleixo (os donos de bares ameaçavam linchar ele após as gigs, alegando que ele destruía os pianos) em gravações agora lançadas pelo selo de artistas já mencionados, o FMP. Nos início dos anos setenta ele teve seu próprio selo chamado Unit Core e lançou dois LPs cruciais: o listado acima e o intitulado "Spring of Two Blue J's" (Unit Core 30551). Esse quando seu grupo incluía duas figuras críticas da cena Free. O saxofonista alto Jimmy Lyons (falecido) era um improvisador consistente e um perfeito músico ao lado de Cecil assim como o baterista veterano Andrew Cyrille que gravou seus LP solo (e alguns duos com Milford Graves e Peter Brotzmann) em alguns selos menores (BYG, FMP. Ictus).

"então... é isso aí... e não é isso aí. Se você ficou intrigado por isso tudo, faça a si mesmo um favor e procure essas paradas e liberte sua mente e seu cu vai gritar e BERRAR. Até mais, Thruston"

Se quiserem o texto original, escrito por Thurston Moore, clique aqui

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1 comentários

  1. Achei muito interessante esse post, mas os links nao estao funcionando.

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