Homenagem ao #DiadoFrevo com Cassio Sette...

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O Frevo surgiu em Pernambuco, entre o fim do século XIX e o início do século XX, primeiramente como um ritmo carnavalesco, nascido dos maxixes, dobrados, polcas e marchinhas de carnaval. O frevo originalmente não tem letra, é só tocado por uma banda. Desde então o frevo tem se dividido em diversos estilos (Frevo de Rua, Frevo de Bloco e Frevo Canção) e vem arrastando multidões com seus passos e brados letrados em meio a cultura local principalmente durante o periodo do carnaval não só em pernambuco como em todo o brasil.



Em homenagem ao Dia do Frevo, comemorado hoje (dia 9 de Fevereiro) no estado de Pernambuco e a proximidade do carnaval, o cantor e compositor Cassio Sette aproveita para antecipar o single Não chore palhaço -uma releitura do frevo-canção composto por Mozart Cintra e Mário Filho, nos anos 1960. A versão tem toques de rockabilly e pop com a interpretação visceral de Cássio, acompanhada do contrabaixo acústico de Areia (Mundo Livre S/A e Areia Projeto), bateria de Xef Tony (Mundo Livre S/A), guitarra de Rodrigo Souza e solos envenenados do trombone de Nilsinho Amarante (A Trombonada).

Reconhecido pela escolha de um repertório inusitado, formado com uma espécie de lado B de artistas como Roberto Carlos, de quem canta O astronauta, e Ave sangria, Sundae; Cassio declarou que interpretar Não chore palhaço foi uma “grata surpresa”. “Conheço este frevo desde a minha infância, na voz da minha mãe, a cantora Maria Cristina. Como não sou cantor de época e não costumo interpretar especificamente para o carnaval ou São João, fiquei muito surpreso com a nova roupagem desta canção”, explica. Não chore palhaço estará no primeiro álbum de Sette, chamado de O medo da dor, que tem lançamento marcado para março. A produção musical é de Areia. Enquanto isso, baixe a homenagem ao Frevo...

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