#TerçaGringa: O instrumental bem feito Pele, entende?

por - 11:04

Pele - The Nudes


A última vez que fiz um texto para a Terça Gringa foi falando do post-rock japonês e legal do Toe, com sua ginga japonesa, seus fakes em produções de shows em São Paulo e seus maravilhosos álbuns para se levar no bolso. Lembro de ter citado um Split que o grupo fez com o Pele, outra banda legal de post-rock e é sobre ela que vocês lerão hoje.


O Pele foi formado em Milwaukee, nos EUA pelos camaradas Chris Rosenau, Scott Schoenbeck e Jon Mueller. No começo, uma pá de gente os colocou naquele lance de ‘nu-jazz’, um termo estranho para falar que os caras fazem rock instrumental com pitadas de som ambiente. Simples, seus críticos bunda-moles.


Ao longo da carreira, de 97 a 2004, o grupo estadunidense gravou nove registros entre EPs, splits, coletâneas de comemoração e álbuns cheios. Os destaques são Elephants e The Nudes, o primeiro lançado em 99 e o segundo em 2000, quando o grupo consegue fazer algo além do post-rock e das bandas iguais do gênero (vocês sabem do que estamos falando).


Depois disso os caras conseguiram se apresentar em vários países, soltaram mais um registros, Realize It (2001), Enemies (2002) Pele/Rhythm of Black Lines (2003), Pele / toe (2004, Polyvinyl Records, A Scuttled Bender in a Watery Closet (2009) e eis que a brincadeira chegou ao fim.


Não sei se teremos problemas com direito autoral, algo que parece nunca ter acontecido nesta coluna desde que começamos a priorizar de fato bandas que a maioria das pessoas não ouviram ou não se lembram de ter escutado. Mas enquanto estiver online, corram lá no nosso Tumblr e peguem os dois álbuns em uma ótima qualidade com selo noia do bitrate.


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